O Mistério dos Frutos Fartos




Rapaz, tem coisa nesse mundo que nem a ciência explica. Pode falar de física, de gravidade, de força centrípeta… mas ninguém sabe explicar por que o olhar do homem se perde quando aparece um par de “melões” de respeito.

É automático. Passa um caminhão, uma moto, um cometa — nada distrai tanto quanto um decote generoso. Parece que o cérebro dá pane e o mundo entra em câmera lenta.



Tem gente que diz que é instinto. Outros juram que é arte. Eu prefiro pensar que é botânica tropical: melancias suculentas, mamões bem calibrados, melões que desafiam qualquer dieta. E cada um com sua “personalidade” — uns firmes, outros mais moles, uns discretos, outros que chegam chegando, anunciando presença como banda de carnaval.

E o tom, então? Tem os cor-de-mel, os dourados de sol, os morenos de verão… todos com aquele brilho próprio que parece dizer: “olha, mas não toca”. E no meio do espetáculo, lá estão as “estrelinhas” — pequenas, teimosas, apontando pro norte da tentação.



É um mistério. Porque o fascínio não é só carnal, é quase poético. Os poetas antigos falavam das colinas da deusa, das uvas do paraíso, mas no fundo era isso que eles queriam dizer: o encanto dos frutos fartos.

E, cá entre nós, não é só tamanho que conta. Às vezes um par menor, bem desenhado, faz mais estrago que caminhão sem freio. O segredo está na harmonia, no jeito como “conversam” com o olhar, no balanço que hipnotiza mais que pêndulo de mágico.

No fim, o que fica é o fascínio eterno. Aquela mistura de respeito, curiosidade e um tanto de poesia que faz o mundo girar mais devagar quando elas passam.



Porque, convenhamos, pode mudar a moda, o século e até o algoritmo da internet — mas o poder de um bom par de “frutos tropicais” continua sendo o mesmo: fazer o homem esquecer até o número do CPF.



Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Entrevista com Rubi Mulher preciosa.

O drama cômico-erótico dos peitos: grandes x pequenos

Porque minha namorada tem os seios do tão pequenos Dra?